A Band fechou o acordo para a transmissão da Fórmula 1 em 2021 e 2022 e já recebeu a primeira missão: a busca por patrocinadores para lucrar com a categoria máxima do esporte a motor.

De primeira, o canal paulista foi em busca dos patrocinadores da F1 na Globo.

De acordo com Gabriel Vaquer, do UOL Esporte, a TV foi atrás das marcas questionando se eles estavam interessados em migrar de emissora para manter o vínculo com a principal categoria do automobilismo mundial.

Lembrando que no ano passado, o canal da família Marinho fechou cinco cotas de patrocínio: a Cervejaria Petrópolis, responsável pela cerveja Itaipava, a Nivea, a Renault, atualmente com equipe própria no campeonato, o banco Santander e a TIM.

Ainda de acordo com a reportagem, antes mesmo da assinatura entre Band e Liberty Media, a detentora dos direitos comerciais, a Renault entrou em contrato com a área comercial da emissora e acenou positivamente para um possível acordo.

No ano passado, a TV carioca pediu R$ 98,950 milhões em tabela, quase quatro milhões a mais do que o pedido em 2019. O faturamento da Globo se aproximou dos R$ 500 milhões. A Band não definiu o valor de cada cota, mas pela audiência menor na comparação com a concorrente, o valor pedido será menor.

Todas as marcas citadas foram procuradas após a assinatura do contrato com a F1, mas ainda não deram uma resposta. Caso a proposta seja rejeitada, a Band vai correr para o mercado em busca de patrocinadores. No modelo assinado, emissora e dona da F1 dividem os lucros das cotas fechadas.

A Band fechou um acordo com a Liberty Media para o campeonato de Fórmula 1 de 2021 e de 2022. Além disso, fechou acordos para as exibições da F2 e F3, as categorias de base da categoria e que contam com brasileiros no grid. As corridas serão divididas entre o BandSports, na TV por assinatura, e na Band, na TV aberta.

 

Fonte:RD1