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Pré-candidato à presidência da República pelo PSL, José Luiz Datena apareceu em terceiro lugar na corrida pelo Palácio do Planalto.

O levantamento foi feito pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado na última quinta-feira (29).

No estudo contratado pelo partido, Datena apareceu atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas à frente do governador João Doria (PSDB) e de Ciro Gomes (PDT). As informações são da revista Veja.

O apresentador do Brasil Urgente, da Band, surgiu com o maior potencial de votos: 52,6% responderam que “podem votar” nele no ano que vem. O famoso apareceu com a segunda maior rejeição, 39,1%, atrás apenas da senadora Simone Tebet (MDB), 37,5%.

No cenário 1, Lula apareceu em primeiro lugar, com 33,7%, Bolsonaro ficou em segundo, com 32,7%, e Datena veio em terceiro, com 7%. Ciro Gomes ficou na cola, com 6,8%, e mais atrás surgiu João Doria, com 3,9%.

Em um possível segundo turno Datena x Bolsonaro, o atual presidente venceria por 38,4% contra 35,5% do apresentador. Contra Lula, o placar seria de 43,1% contra 31,5% a favor do líder da esquerda.

O instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.010 pessoas entre os dias 24 e 28 de julho em 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos dentro dos resultados gerais.

Pré-candidato

No início do mês, o PSL anunciou oficialmente o apresentador José Luiz Datena como o seu escolhido para a corrida presidencial na eleição de 2022. A legenda confirmou a informação por meio da sua conta oficial no Instagram.

“A Executiva Nacional do PSL informa que o jornalista José Luiz Datena está devidamente filiado ao Partido e tem total apoio para a pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2022”, declarou.

Em entrevista ao jornalista Leonardo Sakamoto, do UOL, Datena confirmou a pré-candidatura pela primeira vez. “Eu prefiro enfrentar candidatos fortes do que fracos, desde que eu saiba que tenho condição de virar o jogo aos 45 minutos do segundo tempo”, explicou na Rádio Bandeirantes.

“Sem condição, não vale a pena. Aí seria mais fácil optar por um cargo que tenho mais chance de ganhar”, considerou.

 

Com informações RD1