Depois da prisão do prefeito, Justiça manda a Câmara de Bertolínia empossar o vice prefeito

A gestão de Luciano Fonseca (PT), estava tão bagunçada que até a energia do prédio da prefeitura, a Equatorial cortou por falta de pagamento.

O vice-prefeito Geraldo Fonseca Correia aguarda o presidente do Poder Legislativo do Município cumprir a determinação.

Vice-prefeito Geraldo Fonseca Correia

A gestão de Luciano Fonseca (PT), estava tão bagunçada que até a energia do prédio da prefeitura, a Equatorial cortou por falta de pagamento.

O promotor responsável pelas investigações determinou o afastamento imediato do prefeito Luciano Fonseca de Sousa de suas funções. O Presidente da Câmara Municipal da cidade foi notificado para dar posse ao vice-prefeito.

A Justiça decretou ainda o sequestro e indisponibilidade dos bens móveis e imóveis dos investigados no valor correspondente à comprovação do desvio aos cofres públicos do município de Bertolínia, no valor de R$ 3.296.323,81.

Entenda o caso que fez com que o prefeito Luciano fosse preso e afastado do cargo.

O grupo de Autuação ao Crime Organizado (GAECO) deflagrou a ‘Operação Bacuri’ nesta terça-feira (03) e deu cumprimento a mandados de prisão preventiva e temporária expedidos pelo Tribunal de Justiça do Piauí, além de busca e apreensão que foram cumpridos nos municípios de Bertolínia, Sebastião Leal e Teresina.

No total, nove mandados de prisão já foram cumpridos, entre eles um contra o prefeito da cidade de Bertolínia, Luciano Fonseca (PT); além das prisões temporárias de Ringlasia Lino Pereira dos Santos (esposa do prefeito); Eliane Maria Alves da Fonseca (mãe do prefeito); Aluízio José de Sousa (pai do prefeito); Max Weslen Veloso de Morais Pires (procurador do município); Ronaldo Almeida da Fonseca (servidor do município); Rodrigo de Sousa Pereira (assessor.do prefeito); Kairon Tácio Rodrigues Veloso (primo do procurador); e Richel Sousa e Siva (primo do prefeito). Todos investigados por envolvimento no desvio de dinheiro público.

De acordo com o Ministério Público, a ação era realizada por meio de empresas fantasmas, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e entrega de uma ambulância do município, em pagamento de dívida pessoal do prefeito.

Entre os mandados de busca e apreensão estão também os endereços do ex-prefeito de Sebastião Leal, José Jeconias e de empresas envolvidas no esquema .

A Justiça decretou ainda o sequestro e indisponibilidade dos bens móveis e imóveis dos investigados no valor correspondente à comprovação do desvio aos cofres públicos do município de Bertolínia, no valor de R$ 3.296.323,81 (três milhões, duzentos e noventa e seis mil, trezentos e vinte e três reais e oitenta e um centavos).

Foi determinada ainda a imediata suspensão do exercício da função pública do prefeito de Bertolínia, Luciano Fonseca. A execução dos mandados contou com o apoio da Polícia Civil, incluindo a Delegacia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DECCOR), Polícia Militar, Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE) e PRF.



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Fonte:Redação Manchete Net/Portal Luz/180 graus