Na manhã desta última terça-feira (01), a imprensa acordou com uma reviravolta no caso do jornalista Egídio Brito, 32 anos, internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed, em Teresina, desde a sexta-feira (27). Familiares do jornalista informaram que o diagnóstico de meningite foi descartado e também não se fala mais em morte cerebral.

Familiares do jornalista chegaram a divulgar, no domingo (29), que ele havia tido a morte cerebral decretada em decorrência da meningite. Horas depois, a própria família informou que houve um equívoco e que Egídio não teve morte cerebral.

Na tarde dessa segunda-feira (30), o hospital divulgou o boletim médico que informa que o quadro clínico de Egídio segue estável. O hospital disse que a família não autorizou divulgação de maiores informações sobre o caso.

O jornalista segue em estado grave, mas reage a alguns estímulos. Os médicos realizam uma série de exames e agora tentam fechar um novo diagnóstico

Texto da Jornalista Dina Magalhães



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