Uma explosão de gás destruiu um apartamento no conjunto residencial Bem Viver 2,  no conjunto Morada Nova, na zona Sul de Teresina, às 7h deste sábado (20/07). A explosão , causada pelo vazamento destruiu as paredes do apartamento.

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O fato foi registrado em um apartamento térreo, mas as janelas do primeiro andar não suportaram e quebraram. O Corpo de Bombeiros foi acionado e avalia se será preciso interditar o prédio.

No apartamento mora um casal com filho. Além de uma criança ferida, dois  homens, André Silva de Moraes, de 27 anos, e Bruno Tiago de Sousa Oliveira Silva, de 29 anos, tiveram queimaduras após a explosão.

A major Najra Nunes, relações públicas do Corpo de Bombeiros, disse que um vazamento de gás pode ter causado a explosão.

“Quando a nossa equipe chegou, uma vítima já havia sido socorrida e levada para o hospital por populares. Soubemos que ele teve muitas queimaduras pelo corpo. A explosão causou muita destruição no apartamento e nos apartamentos vizinhos, mas temos um bombeiro no local que é engenheiro e disse que não houve abalo da estrutura do prédio”, disse a major Najra Nunes.

Os moradores estão sendo retirados do local. Em cada prédio possui 12 apartamentos.

O major Carvalho Leal, do Corpo de Bombeiros, disse que a estrutura do prédio não foi avariada com a explosão e que após a perícia realizar os procedimentos vai atestar as causas.

O morador do apartamento  e o zelador ficaram feridos.

“A perícia vai determinar as causas da explosão e do incêndio. A priori, o edifício tem gás canalizado. Tem uma central que distribui gás para cada bloco e em cada apartamento e provavelmente o que tem para causar explosão é o gás, mas só quem vai detectar com certeza é a perícia”, disse Leal.

Ele informou  que o prédio foi comprometido na parte de alvenaria, forros, janelas, portas, vidros, mas que o incêndio só atingiu o apartamento que teve a explosão.

“O bloco não está mais habitado, todos foram retirados, e o local devidamente isolado, para que o trabalho pericial aconteça. Mas não há nenhuma possibilidade de colapso estrutural, já que pilares, vigas, lajes foram todas preservadas. O que houve foi apenas comprometimento na parte de alvenaria forro, porta, janela, vidros. Não tem problemas de novo incêndio e nem problemas estruturais”, assegurou o  major Carvalho Leal.

 

Fonte: Meionorte