Ao ser presa acusada de tráfico de drogas, na terça-feira (30), Kássia Kiss Lira dos Santos,  apontada como a responsável pela venda de drogas no local, debochou da Justiça informando que tinha advogados e sairia  no dia seguinte.

“Nessa casa funcionava uma boca de fumo, administrada pela Kássia Kiss Lira dos Santos. Nosso serviço de inteligência chegou até o local e conseguimos efetuar as prisões e apreender essa droga, dinheiro e celulares utilizados para o tráfico de entorpecentes”, falou o major Audivan Nunes.

“Eu tenho advogados e amanhã já vou estar livre. Não ficarei muito tempo na prisão, como nunca fiquei”, falou Kassia Kiss, após ser presa na Vila Angélica, na zona Sul de Teresina, com quatro quilos de maconha.

Ela estava coberta de razão. Na manhã de quarta-feira (31) já estava em liberdade, 14 horas após sua prisão, junto com  com Esmael Pereira da Silva, que era considerado foragido da Justiça pelos crimes de porte ilegal de arma e roubo.

O homem foi preso em cumprimento a mandado de recaptura expedido pelo juiz José Vidal de Freitas Filho, da Vara de Execuções Penais.

O juiz Filipe Bacelar Aguiar Carvalho, da Audiência de Custódia, converteu  a prisão em flagrante de Kassila Kiss, em prisão preventiva para substituir por prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

“Substituo a prisão preventiva em prisão domiciliar, em razão de ser responsável pelos cuidados dos filhos e apliquei o monitoramento eletrônico enquanto perdurar a prisão a fim de que seja fiscalizado o seu cumprimento”, afirmou Filipe Bacelar. Com as informações do portal Meio Norte.

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