Piauí apresentou quase 200 mil pessoas desocupadas no terceiro trimestre de 2019, diz IBGE

Os dados apontaram também que Teresina ocupa a nona posição no ranking das capitais com maior taxa de desemprego do Brasil

O Piauí apresentou 195 mil pessoas desocupadas no terceiro trimestre de 2019. Esse e outros dados foram divulgados nesta terça-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), acerca do mercado de trabalho no país.

O Piauí foi um dos estados que permaneceu com a taxa praticamente estável. A queda do número de pessoas sem ocupação foi de 12,8% para 12,7%. A taxa ainda é maior que a nacional, que é de 11,8%. O Instituto destacou que das 27 unidades da federação, verificou-se que houve uma redução no número de desempregos em 18 estados e um crescimento em sete estados.

Os dados apontaram também que Teresina ocupa a nona posição no ranking das capitais com maior taxa de desemprego do Brasil. De acordo com o IBGE, na capital piauiense, houve uma redução de 14,3% para 13,8% entre o segundo e terceiro semestre deste ano. Ou seja, mesmo com a queda, Teresina ainda apresenta 64 mil pessoas sem emprego.

Crescimento do trabalho informal

A pesquisa mostrou que no Piauí houve um aumento da quantidade de pessoas em postos de trabalho no setor privado e por conta própria. Em relação ao setor privado, do segundo para o terceiro trimestre, 35 mil pessoas encontraram uma nova ocupação. Entretanto, apenas 50% dos novos empregados eram com carteira assinada.

Em relação aos trabalhos por conta própria, houve um incremento de 3,9% em relação ao trimestre anterior. O IBGE apontou que, a maioria das pessoas ocupadas desse modo no estado, não possui registro de CNPJ. Ou seja, constata-se que no Piauí há um grande número de pessoas com trabalhos informais.

Histórico do Piauí

O IBGE informou que, entre os anos de 2015 e 2019, a menor taxa de desemprego registrada no estado foi no quarto semestre de 2015, quando atingiu 7.2%. A maior taxa foi do segundo trimestre de 2017, 13,5%.



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Fonte:Redação Manchete Net/ G1/Cidades Na Net