“A confissão das más ações é o primeiro passo para a prática de boas ações”. (Agostinho de Hipona)


Sabemos que somos perdoados por Deus quando confessamos o nosso pecado (1João 1.9).

Confessar é uma necessidade humana e envolve três pessoas: Deus, nós e um amigo.
Quando falhamos, não conseguimos conviver com o nosso erro, a menos que inventemos uma mentira, uma desculpa, uma história ou algum tipo de autopunição, como se estas atitudes fossem suficientes para nos absolver.
A confissão é uma providência de Deus para que tenhamos paz, paz com Ele, com o próximo e com a gente mesma (Salmo 32.5).
Se confessamos, uma vida nova vai começar.
A confissão começa com a admissão do nosso pecado. Acontece dentro do nosso coração.
A confissão se realiza com uma palavra que dirigimos a Deus para contar o nosso pecado, dizer que estamos arrependidos, pedir que nos perdoe e nos ajude a não errar mais.
Se o nosso pecado foi cometido contra uma pessoa, ela precisa ouvir a nossa confissão. Ela fica livre ao nos perdoar e nós também. A amizade volta a ser possível.
Pode ser fácil chegarmos a Deus ou ao próximo para lhe pedir perdão. Façamos.
Se for difícil, podemos procurar uma pessoa digna de confiança e lhe contar o nosso pecado, esperando que nos ouça com empatia, ofereça-nos uma orientação e sobretudo juntamente conosco ore ao Senhor Deus, que nos perdoa totalmente (Tiago 5.16).

“Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, para que vocês sejam curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5.16).

Israel Belo é pastor da Igreja Batista Itacuruçá, na Tijuca, Rio de Janeiro, graduado em Teologia e Comunicação, pós-graduado em História, mestre em Teologia e doutor em Filosofia.

 

Fonte: Pleno News.