O governo do estado vai publicar nesta terça-feira (26) um novo decreto restringindo horário de funcionamento do comercio, shoppings, restaurantes, bares e proibindo qualquer atividade de Carnaval.

O secretário Estadual de Governo, Osmar Júnior, confirmou agora há pouco que as restrições atingem o comércio, bares, restaurantes e shoppings. Ele negou uma possibilidade de lockdown.

“O governo do estado não está decretando lockdown, está restringindo o horário de funcionamento de setores para evitar o contágio da Covid-19”, disse Osmar Júnior.

O secretario explica que é uma restrição de funcionamento de bares e restaurantes, não é o fechamento. “Eu, o governador Wellington Dias e os prefeitos sabem que esse é um setor muito sacrificado durante a pandemia. No entanto, vai haver a restrição quanto ao horário de funcionamento exatamente no sentido de reduzir o risco de aglomeração. Já há a proibição de som ao vivo. Na área do comércio, nós também temos restrições quanto ao horário de funcionamento. Outro elemento que nós teremos é a não existência de pontos facultativos no período do carnaval”.

O Cidadeverde.com teve informação que o decreto do governador Wellington Dias (PT) deverá limitar o funcionamento do comércio até às 14h.

Por recomendação do COE (Comitê de Operações Emergenciais) do estado, o governo inicia medidas mais restritivas para coibir a transmissão do novo coronavírus.

Pela proposta, os shoppings irão funcionar até às 17h. O governador Wellington Dias está em viagem a São Paulo, mas já autorizou o decreto estadual.

As novas restrições irão valer a partir de sexta-feira (29) e vão até o dia 21 de fevereiro.

A proposta é evitar aglomerações e reduzir o avanço da Covid-19 no Piauí. Os casos e óbitos vem aumentando e o estado está em alerta. Os principais hospitais do estado chegam a 100% de ocupação de leitos de UTI.

O governo determinará também aumento de fiscalização por parte da Polícia Militar e da Vigilância Sanitária para coibir as aglomerações.

Osmar Júnior confirmou que o novo decreto não vai alterar o retorno das aulas nas escolas da rede privada ou pública.

 

 

Fonte:cidadeverde