A Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) publicou nesta sexta-feira (08) protocolo liberando os hospitais e clínicas a realizem cirurgias de urgência e emergência em pacientes durante a quarentena.

O protocolo foi elaborado pela Vigilância Sanitária do Estado e aprovada pelo COE (Comitê de Operações Emergenciais de combate a Covid-19).

A diretora de Vigilância Sanitária, Tatiana Chaves, disse que o protocolo tem todas as recomendações para evitar o risco de contágio em ambientes de sala de cirurgia.

VEJA AQUI O PROTOCOLO

“São orientações de prevenção ao vírus desde a triagem de pacientes até o procedimento”, informou Tatiana Chaves.

A diretora de Vigilância Sanitária cita por exemplo pacientes que tem AVC (Acidente Vascular Cerebral), apendicite aguda  e outras comorbidades que precisam de cirurgia de urgência.

“São somente para cirurgia de urgência. Não podemos achar que é uma janela aberta e colocar em risco a vida de pessoas. Temos os procedimentos específicos que poderá funcionar em hospitais e clínicas”.

Veja os procedimentos autorizados: 

Atendimentos clínicos e/ou cirúrgicos em situação de urgência e emergência em qualquer especialidade médica e em qualquer cenário de atendimento (hospitais, pronto atendimentos, clínicas e consultórios);

Procedimentos e exames para o suporte aos atendimentos realizados (laboratórios de exames e clínicas de imagem);

Afastar funcionários do grupo de risco e daqueles que apresentarem sintomas sugestivos de COVID-19;

Dar preferência sempre que possível para consultas por telemedicina, durante a Pandemia;

Permitir consultas presenciais somente com obediência das normas sanitárias e com agendamento prévio;

Recomendar que o paciente busque atendimento desacompanhado, mas se a presença de acompanhante for estritamente indispensável, só permitir no máximo 01 acompanhante por paciente;

Recomendar que pacientes informem desde primeiro atendimento se estão com sintomas respiratórios (por exemplo, tosse, coriza, dificuldade para respirar);

Atender casos de Síndrome Gripal prioritariamente,incluindo os casos de COVID-19, principalmente dos pacientes idosos com mais de 60 anos, para se evitar o contágio local com outros pacientes, no caso de estabelecimentos assistências de saúde que estiverem recebendo pacientes suspeitos ou confirmados de COVID19;

Pacientes com sintomas suspeitos de infecção pelo Novo Coronavírus (SARS-CoV-2) ou outra infecção respiratória não devem aguardar o atendimento entre os outros pacientes;

O estabelecimento de Saúde deve reservar um espaço separado e ventilado que permita que os pacientes sintomáticos em espera fiquem afastados e com fácil acesso a suprimentos de higiene respiratória e higiene das mãos.

Fonte/cidadeverde