Após ler muito e estudar sobre o assunto, tenho a dizer o seguinte:

Não é NEPOTISMO pois é nomeação para cargo político, conforme Súmula Vinculante 13 do STF. Além disso Eduardo deverá necessariamenteSOBRE O FUTURO EMBAIXADOR EDUARDO BOLSONARO… ser sabatinado pelo Senado. 
Eduardo já exerce um cargo no CREDN – Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional,  fala inglês e espanhol mas não é diplomata de carreira formado no Instituto Rio Branco, no entanto, há a seu favor uma salutar aproximação com a família de Donald Trump o que em tese facilitaria as relações diplomáticas.  
Os EUA são hoje o maior parceiro ocidental do Brasil, além de ser o país economicamente mais forte do mundo e em termos das Organizações Internacionais. Trump ofereceu a Bolsonaro, durante a visita aos EUA, o apoio à entrada do Brasil na  Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e no status de aliado preferencial fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Em troca, Bolsonaro autorizou vistos de americanos sem reciprocidade. 
A entrada do Brasil para o CLUBINHO DOS RICOS pressupõe a adoção de medidas liberais na economia, controle fiscal e inflação. Se as medidas prosperarem o país ganha “selos” que atraem investimentos estrangeiros. É sair da lama e pisar no asfalto do mundo moderno.  Se a nomeação de Bolsonaro for aceita pelo Senado ele passa a estar sob a égide da Convenção de Viena Sobre Relações Diplomáticas, ou seja, vai ganhar muitas imunidades, entre elas:  Inviolabilidade de documentos, local de missão, mobiliário e demais bens da embaixada. Imunidade de jurisdição penal civil e administrativa. 
O embaixador também é IMUNE A BUSCA E APREENSÃO. Imaginem por um instante se fosse para lá um embaixador FORMADO porém contra a ideologia do presidente?  Se esse cara fizer qualquer caca voltará para o Brasil como persona non grata e adeus OCDE.   
E tem mais:  O Embaixador é PLENIPOTENCIÁRIO, ou seja, pode assinar tratados internacionais sem a necessidade de carta de plenos poderes, ou autorização de quem quer que seja. 
Só o presidente, o ministro das relações exteriores e o embaixador tem esse poder.
Lógico que qualquer tratado internacional deverá passar antes por um decreto do legislativo para começar a ter validade. Já pensou um embaixador formado e “ideológico” assinar um tratado lá que não seria ratificado aqui?  Acho que haveria panelaço…Na boa, a própria indicação do Eduardo vazou pela extrema imprensa, e Bolsonaro disse: “Isso foi hoje. Parabéns ao anão que está embaixo da minha mesa, que agiu rapidamente”.
O governo Bolsonaro está sob ataque desde o primeiro dia e não pode brincar não, se eu fosse ele JAMAIS ARRISCARIA UMA RELAÇÃO COM OS EUA confiando cegamente em um diplomata de carreira só para ficar ao gosto da oposição e da imprensa.  Quem pode ser de maior confiança ao presidente que seu próprio filho?  SOU A FAVOR DA NOMEAÇÃO!
Fonte: Si liga no Lobo